O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 04/12/2020
Segundo o estatuto da criança e adolescente (ECA): ”é dever da estado e da família proporcionar o bem-estar dos jovens”. Entretanto, na atualidade, enfrenta-se a nociva prática do bullying nas escolas do Brasil, motivado pelas negligências das instituições de ensino e dos grupos parentais.
Em primeiro lugar, em 2019, quase metade dos estudantes sofreram bullying nas escolas do país, conforme dados fornecidos pelo instituto brasileiro de geografia e de estatística. Nesse viés, entende-se que os representantes das escolas estão vinculadas com o avanço dessa ação maléfica, os quais são ineficazes no controle das agressões verbais e físicas entre os discente, uma vez que, em grande maioria, consideram esses atos intolerantes como brincadeiras juvenis, fato que altera negativamente o comportamento-intravertidos, depressíveis e inseguros das vítimas desse crime e, por conseguinte, prejudica a sua qualidade de vida.
Outrossim, na série americana “sex education”, a personagem Adam Comete bullying contra outras estudantes, a qual tende a essa atitude para compensar o medo e a inferioridade que sente quanto ao seu pai, questão que a transforma em “valentona” no ambiente educacional. Com efeito, na atual conjuntura, os jovens agressores apenas reproduzem as vivências no âmbito familiar, os quais presenciam hostilidade, falta de afeto e infindáveis críticas constantemente, realidade potencializadora dessas ações nocivas efetuadas por essa minoria e, consequentemente, a perpetuação dessa experiência danosa aprendida em casa.
Diante do Exposto, cabe ao governo federal-responsável pelos cidadãos-por intermédio do ministério da educação, elaborar cursos preparatórios regulares para docentes e para funcionários nas instituições de ensino, os quais instruam sobre bullying- reconhecer e erradicar-entre os alunos, mediante o coroamento de profissionais especializados nessa área, visando essa problemática nacional. Feito isso, a sociedade brasileira seria mais saudável.