O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 06/01/2021
A escola é um dos primeiros e mais importantes nucleos sociais, auxiliando no desenvolvimento integral da criança e do adolescente. Toda via, é nesse ambiente de formação tão importante que elas ficam expostas as primeiras formas de bullying podendo acarretar traumas para o resto da vida.
Neste sentido, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) define que, é dever da família, sociedade e poder público tratar o bullying. De tal forma que, a negligência deve receber punição nas leis de direito fundamental. Apesar disso, esta prática pervesa é constante nas escolas ocasionando queda no desenpenho, evasão, reprodução do comportamento, cultura da violência e suicídio.
Dessa forma, os traumas físicos e psicológicos oriundos dessas agressões podem ser refletidos negativamente na vida adulta, gerando adultos antissociais, depressivos, frustrados e violentos. Tal processo, pode ser observado no ataque a escola de Suzano-SP em 2019 no qual, dois ex-alunos entraram armados na escola e alvejaram tiros dentro das salas e corredores causando oito mortes e diversos feridos, revelando o alto nível de periculosidade que estas ações podem acarretar.
Em suma, é necessário que o Ministério da Educação (MEC) implemente cursos socioeducativos de capacitação para educarodes e pais nas escolas, ao início de cada ano letivo. Haja vista, o objetivo de prepará-los para identificar e lidar com as vitimas e agressores no ambiente escolar e familiar.
Por conseguinte, com a nova Lei de assistência psicológica nas escolas sendo implementada estes pais e professores capacitados que, compoem os dois núcleos mais importantes para o desenvolvimento e formação da parsonalidade da criança e do adolescente, poderão trabalhar em conjunto com os psicólogos e assistentes sociais. Afinal, a união entre a família, sociedade e poder público no combate a estas práticas resulta no declínio do bulling nas escolas e possivelmente nos outros ambientes.