O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 16/03/2021

De acordo com o Benedetto Croce, filósofo italiano, a violência não é força, mas fraqueza, nem nunca pode ser criadora de coisa alguma, apenas destruidora. Desse modo, é viável fazer uma correlação com a prática de bullying no Brasil, visto que se trata de acordos intencionais, físicos ou verbais, assim, sendo uma força destruidora para quem sofre esse tipo de violência. Com efeito, para desestimular o problema, há de se combater a cultura da hostilidade, bem como a omissão do Estado.

Diante desse cenário, a violência nas escolas evidencia a maldade humana. A esse respeito, Hannah Arendt desenvolveu o conceito conhecido como Banalidade do Mal, segundo o qual as altitudes cruéis são parte do cotidiano moderno e tornam-se as relações sociais cada vez mais caóticas. Nesse viés, a prática do ´´bullying`` representa uma maldade denunciada pela filósofa e é capaz de prejudicar não só a vítima, mas toda a comunidade escolar. Dessa forma, enquanto, a Banalidade do Mal por regra, a paz será exceção.

Além disso, de acordo com o filósofo idealista Friech Hengel, o Estado deve proteger os seus ´´filhos. Todavia, a ideia de Hegel está distante da realidade nas escolas brasileira, já que muitas se omitem acerca dos casos de itimidação sistemática. Deste modo, o silêncio de diretores e professores colaboram para que os estudantes  continuem a conviver  com um dos mais graves problemas para alunos e alunas brasileiros : o ´´bullying.

Portanto, para combater o ´´bullying, as escolas, com o auxílio das famílias, deve trabalhar o assunto dentro e fora de casa, por meio de debates, com o nome ´´Escola Presente. Essa iniciativa teria a finalidade de acabar com a Banalidade do mal e de sorte o Estado poderá, finalmente, proteger seus ´´filhos``, assim com prôpos Hengel.