O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 16/05/2021
No livro “Extraodinário”, de R. J. Palacio, é retratado a história do Auggie, um garoto de 10 anos que possui uma deformidade facial e sofre bullying ao chegar em sua nova escola. Fora da produção cinematográfica, o bullying também está presente na vida das crianças e adolescentes brasileiros. Logo, é necessário analisar os fatores presentes nessa temática.
Em primeira análise, vale ressaltar a falta de orientação familiar como um agravante da problemática. De acordo com John Locke, na teoria da “tábula rasa”, todo ser humano nasce sem nenhum conhecimento, tudo é adquirido através de experiências. Dessa maneira, a família tem um papel importante na formação do indivíduo, sendo responsável pelo desenvolvimento da criança e ensinar o que é certo e errado. Assim, a falta de conversa sobre o bullying no ambiente familiar contribui para a permanência deste problema.
Ademais, é necessário analisar o papel das escolas, visto que, a maioria dos casos de bullying acontece dentro das salas de aula. Desse modo, segundo o filósofo Imannuel Kant, o ser humano é fruto de sua educação. Sendo assim, a escola exerce um papel fundamental, uma vez que promove a construção moral e ética dos estudantes, por isso, é necessário que os colégios trabalhem este assunto entre os alunos.
Portando, medidas são necessárias para atenuar esse problema. Logo, o Ministério da Educação, como instância máxima da administração dos aspectos educacionais no Brasil, junto com a mídia, deve criar um projeto que vise orientar as familias sobre a importância do combate ao bullying. Essa ação deve ocorrer através das redes sociais, com o intuito de informar a maior quantidade de pessoas. Assim, com essas medidas, situações como a do Auggie não vão mais acontecer no Brasil.