O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 24/05/2021

No filme “Extraordinário”, é retratado a vida de Auggie, um garoto que nasceu com uma deformidade facial e o modo como sua diferença afeta negativamente seu cotidiano na escola, a adaptação que é baseada no livro de mesmo nome, aborda o bullying de maneira leve. Entretanto, no Brasil ele é praticado de forma acentuada, o que evidencia a necessidade de combater essa prática no país. Nesse sentido, fica evidente que tanto a falta de colaboração familiar na formação social dos jovens quanto a ausência da utilização da tecnologia a favor das vítimas, são mazelas que contribuem para esse tipo de opressão.

A priori, um dos fatores mais contribuintes para essa problemática é a ausência da participação da família na formação do jovem. É importante destacar que, com o pensamento de que é a escola que educa, grande parte das famílias brasileiras deixam de preparar seus filhos para aceitarem as diferenças entre os outros. Dessa maneira, é clara a importância do posicionamento familiar a cerca desse assunto, para que não ocorra humilhações com seus dependentes e com os de outros indivíduos.    Outrossim, fator contribuinte é o fato de não desfrutarmos da ferramenta que é a tecnologia a favor das vítimas do bullying, a tecnologia quando aplicada para promover o bem, pode poupar muitas vidas. Todavia, ela é usada por muitos cidadãos para propagar ódio e preconceito. É importante ressaltar que o investimento em Inteligência Artificial (IA) é baixo, tenho em vista que até famosos acabam sofrendo nas redes sociais, bem como os grupos mais vulneráveis para passar por essa situação - negros, mulheres, pessoas acima do peso entre outros - que acabam sofrendo danos psicológicos. Portanto, o Dia Nacional de Combate ao Bullying é de grande importância para a conscientização da sociedade.          Portanto, é mister que a família é importante na formação social e que a tecnologia pode ser usada para proteger as vítimas. Para a redução desses problemas, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, deve por meio de verbas governamentais, realizar campanhas publicitárias nos veículos de comunicação que incentive o diálogo dos parentes e que advirta os cidadãos dos problemas de saúde causados no sofredor, sugerindo ao telespectador criar o hábito de respeitar os outros. Somente assim, será possível minimizar as provocações, além de promover uma convivência social harmônica.