O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 30/06/2021
Em um dos episódios da série “Cobra Kai”, Aisha é ridicularizada por alunos em sua escola por conta do seu sobrepeso. Apesar de ser uma produção ficcional, ela se relaciona com a realidade vivida na sociedade, haja visto a importância e a necessidade do combate ao bullying no Brasil. Essa alarmante situação deriva não só da má educação e orientação recebida pelas crianças agressoras, mas também da falta de atitude por parte das pessoas que presenciam casos dessa natueza.
Em primeira análise, é fato que a instrução inadequada de um indivíduo corrobora para o seu mau comportamento no ambiente acadêmico. Segundo o filósofo Immanuel Kant, “o homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”. Nesse sentido, os praticantes do bullying nada mais são do que um reflexo de sua má formação, visto que, por não terem sido ensinados a respeitar a todos independente de qualquer circunstância, eles são preconceituosos, intolerantes e, muitas vezes, agridem verbalmente e fisicamente seus colegas de escola. Dessa forma, torna-se nítido a importância de orientar as crianças de maneira apropriada desde bem jovens.
Ademais, é notória a influência da falta de atitude dos jovens que presenciam cenas de agressão ou preconceito no que se refere a manutenção do bullying nas escolas. De acordo com o ativista político Martin Luther King, “quem aceita o mal sem protestar, coopera com ele”. Nessa lógica, fica evidente a parcela de culpa dos alunos que não fazem nada para acabar com a intolerância nas escolas, visto que sua postura dificulta a indentificação de casos e, por conseguinte, seu combate. Desse modo, é preciso que haja uma mudança no comportamento de todos os jovens para que esse impasse seja amenizado.
Em vista dos fatos supracitados, faz-se necessária a adoção de medidas que venham combater o bullying no Brasil. Portanto, cabe ao Ministério da Educação, melhorar o sistema educacional brasileiro, por meio de criacão de palestras anti-bullying nas escolas públicas e privadas, as quais serão lecionadas por sociólogos e padagogos, que abordem a importância de se respeitar as particularidades das pessoas e de se ajudar aqueles que sofrem qualquer tipo de dicriminação. Com isso, espera-se formar uma população infantil mais consciente, tolerante e respeitosa, fazendo com que “Cobra Kai” seja apenas uma produção ficcional que não represente a realidade.