O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 12/08/2021
Desrespeito, abuso, intimidação. Esses são termos que exemplificação os cenários de bullying em várias escolas brasileiras. Levando isso em conta é evidente que repetidamente as agressões sistemáticas ocorrem, em especial, devido a um descaso e omissão das instituições de ensino e uma condenação das diferenças de origem familiar. Assim sendo, são necessárias mudanças para a erradicação desse problema.
Inicialmente, é válido ressaltar, em primeiro lugar, que os educadores não sabem identificá-lo, já que esse tipo de coisa não são ensinadas nas faculdades. Assim os agressores raramente serão identificados, pois a vítima não iria denunciar por medo de retaliações. Dessa forma a punição é dificultada pela falta de informação. Consequentemente, o ato se torna mais comum, graças a uma certa liberdade.
Em paralelo a isso, é importante ressaltar o incentivo dado pela própria família do agressor. Sob essa premissa os pais são culpabilizados por incentivar uma segregação entre as diferenças, mesmo que sem querer. Quando eles falam mal de alguém citando uma característica física por exemplo. Logo, é claro que a criança vai criar uma aversão a essa característica, como no ditado popular, filho de peixe peixinho é. Assim é perceptível que esse preconceito atinge a mente do agressor e contribuí para o agravamento da questão.
Fica evidente, por tanto, que necessário adotar um posicionamento responsável para atenuar o problema. Logo, os cursos de pedagogia, como instituição de formação, deve ensinar os futuros professores a identificar e mitigar as agressões, por meio de práticas e conversas com psicólogos, para parar com o bullying em seu estado inicial e não ter um incômodo futuro. Logo, aos pais, responsáveis pela criação do indivíduo, não repassar ou criar um preconceito na mente dele, cuidando com o que fala, afim de acabar com o motivo da segregação. Juntas essas medidas, será possível criar uma nova geração onde as palavras anteriores serão esquecidas.