O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 10/08/2021

Em 2016 entrou em vigor a Lei nº 13.185 classifica o bullying como intimidação sistemática. E considera atos como insultos, ameaças, ataques físicos, entre outros, como prática de tal. Segundo o portal de notícias Olhar Digital cerca de 43% dos brasileiros sofreram bullying entre 2019 e 2020. Com os dados apresentados, é válida a idéia de intensificar a supervisão e a concientização para que a porcentagem desses casos caia.

Vários alunos que sofrem o bullying ficam com medo de achar algum responsável para relatar os acontecimentos por conta dos abusos psicológicos exercido pelo agressor. Chantagens como: " se contar a alguém eu mato sua família " afetam drasticamente o psicológico da crianças. E se nenhuma intervenção for feita imediatamente, essas ameaças podem acabar virando algo mais grave, como espancamento até o estupro. A solução é sempre ter alguem profissional para conversar com os alunos se houver alguma suspeita. Ou até mesmo uma visita regular a cada período de tempo.

Muitas vezes os agressores não tem mínima idéia das consequências que suas " piadas" podem causar a longo prazo. Um exemplo é se uma criança vive em um ambiente familiar com insultos ou agressões tem a possibilidade de  levar isso para os ambientes escolares achando que é algo normal. Apresentar os efeitos que essas práticas podem causar traumas e se desenvolver em doenças psicológicas como a depressão ou até mesmo em uma dificuldade de socializar, acaba sendo o maior aliado para a prevenção de mais casos surgirem.

Com tais informações apresentadas, a guerra contra o bullying não acabara da noite pro dia, mas com a maior concientização das consequências e maior supervisão essa guerra fica cada vez mais perto de acabar.