O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 09/08/2021
Na obra japonesa de Kohei Horikoshi, “My Hero Academia”, é apresentado uma sociedade distópica onde 80% da população nasce com superpoderes. Contudo, o protagonista Izuku Midoriya é um dos poucos sem esta condição e constantemente é humilhado e dimiduído desde sua infância por seus colegas, concluindo que a saúde mental de Midoriya poderia desestabilizar.
Diante de um cenário brasileiro, é adequado retomar a ideia de que durante a pandemia de Covid-19, foi introduzida a “cultura do cancelamento” que se enquadra totalmente no conceito de bullying, no qual as pessoas migraram de circunstância para disseminar ódio, piorando a situação pelo motivo de que o autor do bullying está escondido na Web e é complexo procurá-lo. Perante esse problema, o influencer Lucas Santos no aplicativo de entreterimento nomeado de “TikTok”, foi alvo de críticas pesadas, homofobia e discursos de antipatia. Diante essa problemática, o mesmo tirou sua vida com 16 anos.
Com isso, os números de suícidio encontram-se aumentando, potencializados pela depressão e ansiedade muita vezes causados por comentários maldosos na Internet, por exemplo, comparações ilógicas sobre “ter ou não ter”, racismo, xenofobia entre outros discursos mascarados por uma conta na rede social.
Torna-se claro, portanto, que uma das formas de se intervir o bullying seria campanhas online comentando sobre essa prática, e não apenas no mês de setembro. Junto a isso, punir os agressores derrubando suas contas e pesquisando mais a fundo sua identidade.