O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 11/08/2021
Na renomada obra, “One piece”, programa de televisão escrita e ilustrada por Eiichiro Oda, evidencia-se a questão do bullying durante a infância de um dos personagens do seriado, “Sanji”, o qual sofreu de inúmeros espancamentos de seus irmãos e até encarceramento concedido pelo próprio pai, apenas por ser considerado fraco e consequentemente o fracasso de sua família, uma vez que o mesmo, fazia parte da realeza. Fora dos limites ficcionais, da mesma maneira como a situação anteriormente citada, é perceptível que na sociedade brasileira, o bullying também se faz presente seja pela incapacidade das escolas ou pela indiferença familiar, necessitando, então, de medidas urgentes para mitigar tal questão.
Diante de tal cenário, vale ressaltar que tal ambiente deve-se pelo conhecimento superficial dos alunos a respeito de como lidar com as desavenças de forma pacífica. Diante disso, a educação é capaz de converter esse panorama, evidência disso está na locução dita pelo educador Paulo Freire: “A educação não transforma o mundo. A educação muda as pessoas. Pessoas transformam o mundo.” Isto posto, é visto que uma das milhares formas de opor-se à tal conflito no Brasil é através das escolas, as quais devem instruir seus alunos a conviver em sociedade de forma civilizada e harmônica, de modo a resultar em tolerância.
Ademais, vale realçar, também, que a família é um agente primordial contra a obsessão e perseguição infanto juvenil. De acordo com Hannah Arendt, o pior dos males é aquele visto como banal e corriqueiro. Nesse quadro, assimilando a filósofa, nota-se que, muitas vezes, os pais são ausentes na vida de suas crianças, de maneira que não se preocupam com os impasses sofridos pelos filhos, sendo assim, o mártir não se sente em um âmbiente aconchegante para comentar sobre os abusos aturados. À vista disso, quando o lar não traz amparo, os problemas dos institutos escolares se aglomeram e a solitude indivídual faz-se cada vez mais frequente.
Destarte, providências se fazem essenciais para atenuar a problemática. Por conseguinte, é indispensável que o Poder Público, instituidor da norma que instiga o combate à pratica do bullying, controle as instuições de ensino para assegurar que os regulamentos sejam exercidos com êxito, provendo, inclusive, psicólogos para os colégios, esse os quais auxiliarão os professores a lidar com o bullying na sala de aula, e fora isso, promova treinamentos. Somente assim, os docentes seão aptos para defrontar com esse problema, desde o reconhecimento do bullying, até a resolução do mesmo.