O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 11/08/2021

Ameaças, xingamentos, brincadeiras de mau gosto, principais causas do isolamento, depressão e suicídio, nos casos mais graves. Essas são representações de um problema que aterroriza o mundo, o bullying, termo cunhado pelo psicólogo Dan Olweus, referido a uma violência física ou psicológica intencional e repetitivas. Também, é importante lembrar que a agressão pode ocorrer por meio virtual.

Sob tal viés, nota-se que uma das consequências geradas é o suicídio, a segunda maior causa de morte entre jovens entre 15 e 29 anos, onde foi indicado que de 1980 e 2014 a taxa de suicídio causada por conta do bullying sofreu acréscimo de 27,2% no Brasil.

Ademais, é válido ressaltar que a internet e as redes sociais são um cenário propício para que o bullying se dissemine, o qual recebe o nome de cyberbullying. Diante dessa problemática, dados revelados pela pesquisa do UNICEF, mostram que um a cada três alunos já sofreu ataques por meios virtuais e, um a cada cinco deixaram a escola por conta do problema.

Portanto, é compreendido que a escola além de principal meio de propagação, utilizando números, 21% da prática acontece dentro das salas de aulas, deve ser também local de preservação da vida dos alunos, exibindo políticas anti-bullying e prestando atendimento psicológico quando necessário, para que a depressão e vários outros distúrbios sejam evitados. E, o governo, como principal responsável, tem de abuscar sempre melhora nas condições de estudo e saúde, concedendo auxílio e conhecimento para responsáveis desinformados.