O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 02/09/2021

A Lei Antibullying imposta em 2015, pela então presidenta Dilma Rousseff, não possui fiscalização o suficiente para combater o problema do bullying. Sendo assim, uma das causas do intimidamento são problemas familiares ligado ao agressor e como consequência desse amedrontamento houve uma ampliação da taxa de problemas mentais. Dessa maneira, torna-se necessário mudanças urgentes.

Em primeiro plano, cabe analisar que distúrbios familiares pode levar uma pessoa a agredir fisicamente e moralmente um indivíduo. Desse modo é possível aludir a série “Sex Education”, visto que há um personagem (Adam), o qual possui uma relação tensa e mal resolvida com o seu pai, que desconta a raiva praticando bullying com Éric, um menino gay. Logo, indubitavelmente é um problema frequente e que precisa de uma maior fiscalização.

Em segunda análise, cabe ressaltar que com o aumento do bullying e do cyberbullying – por conta da pandemia do COVID-19, cresceu o índice de transtornos psicológicos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a terceira causa de mortalidade é o suicídio, sendo uma consequência do bullying, assim como a depressão e a ansiedade, os quais devem ser tratados a fim de evitar a autoquíria. Sendo assim, torna-se comum no âmbito social brasileiro, notícias que retratam esse problema.        Por conseguinte, é notório o quão exorbitante é o problema do bullying. É primordial uma ação do governo, juntamente com o Ministério da Educação e Cultura (MEC), como setor estatal que forma cognitivamente os indivíduos, tendo mais fiscalização policial sobre os casos de cyberbullying e formar professores capacitados para identificar e lidar com as agressões nas escolas, abordando a questão em sala de aula e apresentando a gravidade do transtorno, a fim de incentivar vítimas a compartilharem suas experiências, assim diminuindo o alto índice de ridicularização.