O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 14/08/2021
“Apelidos que machucam eu não quero ouvir não”. O trecho da música Bullying, sai pra lá de Cristina Mel retrata a realidade de muitas crianças e adolescentes em lugares como o colégio principalmente. Os maiores alvos desse problema são pessoas negras, pobres, gordas entre outras. Assim, torna-se perceptível que a sociedade brasileira apresenta um grande preconceito com o que é simplesmente diferente. A partir disso nota-se que é inevitável uma solução para esse revés. Diante de tal cenário, é válido ressaltar, em primeiro plano, que, no Brasil, segundo pesquisas do PISA 3 a cada 10 jovens sofrem bullying e fica evidente que muitas pessoas levam isso como uma normalidade e não se preocupam com as consequências desse contratempo que afeta quem sente isso na própria pele. 1 a cada 5 crianças pensam em suicídio após a agressão, seja ela física ou psicológica. Sendo assim, nota-se que são comuns notícias sobre esse assunto no âmbito social brasileiro. Além disso, é inegável a ausência de instruções locais para que as regras contra bullying, que dizem existentes, sejam aplicadas e funcionem de forma correta, sendo gerenciadas para analisar a frequência com que essa opressão ocorre. Como diria o filósofo Jean-Paul Sartre “a violência, seja de qual for a maneira que ela se manifesta, é sempre uma derrota”, seguindo esse pensamento é reconhecível o porquê esse tipo de intimidação não pode ocorrer e alimentar cada vez mais esse problema. Fica evidente, portanto, que a educação infere-se como principal caminho para a diminuição desses crimes, com a contratação de psicólogos e aulas sobre esse tipo de educação, ensinando principalmente o respeito a diversidade e a sociedade terá consciência da aflição que o bullying pode causar nas pessoas, o que pode ser capaz de controlar o grande número de problemáticas constantes.