O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 15/08/2021
Na série americana “Todo Mundo Odeia o Chris” o protagonista Chris frequentemente sofria episódios de bullying dos colegas e até mesmo de professores. O principal bullie de Chris era Caruso, que quase sempre o insultava e o agredia. Um dos estudantes estudantes que não destratava Chris era seu melhor amigo, Greg. Assim como no seriado que narra a história de Chris Rock como agressões sofridas por muitos jovens nas escolas e os afetam ainda mais eles se não procurarem ajuda. Esta situação se agrava pela falta de ações nas instituições de ensino e à negligência familiar. Com isso percebesse a necessidade de adquirir medidas para amenizar esses problemas.
Perante essa problemática, cabe discutir, primeiramente, que a falta de ações nas instituições de ensino é evidente ao ver que segundo uma pesquisa do G1 feita em São Paulo 28% dos alunos de escola pública e particular denúncia de bullying. Dessa maneira, fica perceptível que apenas pendurar cartazes escritos “não ao bullying“ não ira fazer com que o agressor simplesmente pare, é mesmo com campanhas de denúncias existem pessoas que veem a situação e agem com normalidade acerca do ocorrido. Sendo assim, torna-se comum visualizar no âmbito social brasileiro, notícias que retratem essa problemática.
Em paralelo a isso, é perceptível a não familiar em muitos casos, já que de acordo com uma pesquisa apresentada no G1 em 2020 foram obtidos 26.416 denúncias pelo canal “Disque 100” entre março e junho. A negligência pode ser observada de ambos os lados que pode ser o motivo do agressor agir de tal forma, então, presença da família e extremamente necessário para que ela de instrução e educação da forma que esse jovem deve se comportar. Esses problemas podem fazer com que o jovem agredido tome decisões graves e fatais.
Por fim, é lícito concluir que é preciso adotar medidas cabíveis para aplacar o problema. Assim como as escolas e responsáveis dos jovens, devem ser mais participativos em saber o comportamento dos filhos nas escolas e orientar a eles, como instituições incentivadoras como denúncias, para que seja mais fácil identificar o agressor. Concomitantemente, ao Ministério da Educação, como setor estatal que forma cognitivamente os obrigatoriamente, cabe abordar a questão em sala de aula com maior intensidade com os projetos contra este problema. Somadas essas medidas, será possível, quem sabe, criar uma conscientização sobre tais atitudes entre os jovens.