O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 26/08/2021

No filme estadunidense “Coringa”, o personagem principal Arthur Fleck, sofre de um transtorno mental que o faz ter episódios de riso exagerado e descontrolado em público, motivo pelo qual é frequentemente atacado nas ruas. Em consonância com a realidade de arthur, está a de muitos cidadãos, ja que o combate ao bullying na sociedade brasileira ainda configura um desafio a ser sanado. Isso ocorre, seja pela passividade governamental nesse âmbito, seja pela discriminação desta classe por parcela da população brasileira.

Diante desse cenário, é licito postular a passividade governamental no combate ao revés supracitado. Para entender essa lógica, alude-se ao pensamento do contratualista John Locke, o qual, em seu contrato social, afirmou que o Estado deve garantir os direitos imprescindíveis dos indivíduos. Ao observar, no entanto, o governo investindo de maneira mínima em projetos para auxiliar as pessoas que sofrem com esses problemas, visto que o empecilho continua invisível na sociedade. Dessa forma, diversos indivíduos sofrem com o combate ao bullying no Brasil.

Ademais, a irrefutável influência da discriminação desta classe na problemática é um fator que dificulta sua resolução. Pelo justo fato de grande parte da população verde-amarela não aceitar essas diferenças no âmbito da saúde mental de cada indivíduo, visto que muitos não sentem necessidade de investir em programas e meios que possam melhorar a qualidade de vida desses indivíduos. Desse modo, o governo e a população atuam como agentes perpetuadores do processo de exclusão da população que sofre com esse tipo de problema.

Portanto, juntamente ao Ministério da Saúde, o governo brasileiro deve investir na melhora da qualidade de tratamento de psiquiatras profissionais, por meio de recursos autorizados pelo Tribunal de Contas da União, órgão que opera feitos públicos, com a finalidade de potencializar o atendimento a esses pacientes e oferece-los um tratamento eficaz.