O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 05/10/2021
No filme “Extraordinário”, é retratado Auggie, um garoto que nasceu com uma deformidade facial, a adaptação que é baseada no livro de mesmo nome, aborda o bullying de maneira leve. Contrária a essa abordagem, no Brasil ele é praticado de forma acentuada, o que evidencia a necessidade de combater esse tipo de opressão no país. Nesse sentido, fica clara a necessidade de uma participação familiar mais eficiente na formação social dos jovens, assim como a utilização da tecnologia a favor das vítimas.
Numa primeira análise é importante destacar que em função do pensamento de que é a escola que educa, a maior parte das famílias brasileiras não prepara os filhos para aceitar as diferenças naturais dos seres humanos. Dessa forma, fica evidente que o posicionamento familiar a cerca desse assunto deve ser mais preciso, prevenindo assim que ocorra humilhações provocadas pelos dependentes com outras pessoas, e até mesmo contra os responsáveis. Além disso, nos bares, deve ocorrer o que é provocado pelo filme Extraordinário, uma reflexão sobre o respeito às diferenças de cada indivíduo que o torna único .
Outrossim, a tecnologia quando aplicada para promover o bem e de forma correta, pode salvar muitas vidas. Todavia, ela não é utilizada por alguns cidadãos com essa finalidade, e sim com a de disseminar o ódio e preconceito. Aliás, é importante ressaltar que o investimento em Inteligência Artificial (IA) é baixo, haja vista que até personalidades famosas acabam sofrendo nas mídias sociais, bem como os grupos mais vulneráveis para passar por essa situação (negros, mulheres, pessoas acima do peso) que acabam sofrendo danos psicológicos. Portanto, o Dia Nacional de Combate ao Bullying é de grande importância.
Em síntese, a família é importante na formação social e que a tecnologia pode ser usada para proteger as vítimas. Para a minimização dos problemas decorrentes, urge que o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos , crie, por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias nos veículos de comunicação em massa que incentivem o diálogo dos parentes e que advirta os cidadãos dos problemas de saúde causados no sofredor, sugerindo ao telespectador criar o hábito de respeitar os outros e não os provocar. Somente assim, será possível minimizar as implicâncias, além de promover uma convivência social em harmonia.