O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 05/10/2021

O bullying é uma forma de ataque que inclui ações e comportamentos ofensivos e intencionais dirigidos a alguém. Envolve não apenas vingança física, mas também retaliação psicológica, como humilhação e opressão, que podem prejudicar a vida social da vítima. Nesse sentido, a população brasileira é afetada por esse “projétil”, e o alvo principal desse “projétil” são as pessoas com baixa autoestima, pois mal conseguem responder.

Na primeira análise, as vítimas costumam apresentar características que as diferenciam das demais, ou seja, alunos que sempre tiram boas notas na escola ou profissionais que obtêm a cobiçada promoção no trabalho. Estão naturalmente destinados a serem perseguidos com frequência por agressores potencialmente infelizes, porque o sucesso dos outros acabará por assombrá-los, porque esse sentimento de ódio às vezes é desencadeado pelo ciúme. De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2015, 46,6% dos entrevistados afirmaram ter sofrido algum tipo de bullying e se sentido humilhados pelos colegas de classe. Portanto, é claro que é necessário realizar inspeções adequadas para aliviar o problema.

Portanto, vale lembrar o caso de Matheus Abvragov (Matheus Abvragov), um adolescente de Porto Alegre, que brigou com outros dois jovens na escola após ser repetidamente agredido por excesso de peso. Sua vida foi interrompida. Este incidente é apenas um dos muitos resultados brutais relacionados à agressão. Ao mesmo tempo, o Estado e a família, como instituições sociais, desempenham um papel indispensável na manutenção do bem-estar social e na restauração do equilíbrio entre as pessoas. Além disso, a ativista social americana Helen Keller disse que “o resultado mais nobre da educação é a tolerância”. Percebe-se que a educação é um fator importante no combate ao bullying.

Logo, está claro quais medidas devem ser tomadas para aliviar a intolerância do Brasil. Cabe ao Ministério da Educação esclarecer todos os tópicos e alertar sobre os riscos que podem advir da mera troca de diferenças por meio da realização de palestras para alunos, professores e pais em instituições de ensino e palestras de profissionais como psicólogos e especialistas. Além disso, do ponto de vista psicológico e social, são expostos os depoimentos de pessoas que vivenciaram violências semelhantes e receberam tratamento. Assim, não há dúvida de que tal abordagem pode efetivamente fornecer à sociedade um colete “à prova de balas”.