O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 05/10/2021

No Brasil, o número de casos de bullying aumentou significativamente. De acordo com o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), um em cada dez alunos costuma ser vítima dessa intimidação, que é resultado do impacto da vida coletiva e da ineficiência das instituições educacionais.

Em primeiro lugar, a influência do comportamento da família e de outras pessoas que vivem com esses jovens é significativa. O sociólogo John Locke acredita que em sua teoria da mesa em branco, a pessoa é uma folha em branco ao nascer, ou seja, o aprendizado é composto pela experiência coletiva e pelas informações obtidas durante todo o processo de treinamento. Se um indivíduo é colocado em um ambiente onde a violência e a opressão são frequentes, ele frequentemente repetirá essas atitudes agressivas no ambiente escolar. Com isso, além de traumas psicológicos, lesões físicas e até morte, o desempenho acadêmico da vítima pode ser prejudicado.

Além disso, segundo a USP-Universidade de São Paulo, a incidência de bullying escolar aumentou de 5% para 7%, o que pode ser resultado da atuação incorreta de educadores e educadores na prevenção e no enfrentamento dessas situações. Isso mostra a fragilidade do sistema e faz com que os invasores se sintam mais confiantes e certos sobre punições menores ou impunidade, e os incentiva a manter essas atitudes.

Portanto, dada a gravidade do problema, é necessária uma intervenção para reduzir sua ocorrência. O Ministério da Educação promove, então, a formação de profissionais da área, por meio de cursos online e palestras presenciais para melhor identificar e solucionar problemas e reduzir a vulnerabilidade da secretaria. Além disso, o governo deve usar o investimento na mídia para promover como identificar e condenar essas violações e encorajar essas pessoas a buscarem a ajuda de profissionais como psicoeducadores.