O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 08/11/2021

O filósofo São Tomás de Aquino afirmou que todas as pessoas merecem ser tratadas com importância. No entanto, essa ideia é contrariada na sociedade brasileira, uma vez que o bullying faz-se presente entre os jovens na conjuntura nacional. Dessa forma, cabe analisar os alicerces da problemática: a ineficiência legislativa e o receio de denunciar.

Sob esse viés, a falta de concretização das leis é uma das causas da prática do bullying. Dessa maneira, Gilberto Dimenstein, em sua obra “Cidadão de papel”, apresentou que as leis brasileiras são concretas na teoria, porém, na prática, não são devidamente efetivadas. Nesse sentido, fica evidente que o não cumprimento correto das leis contra o bullying fomenta a manutenção do problema, ou até o aumento no número de casos. Então, cabe ao Governo tomar medidas para que o quadro seja revertido.

Ademais, ressalta-se que existe o receito de fazer denúncias por uma parcela de jovens. Diante disso, é válido referenciar o Imperativo Categórico de Kant, em que essa teoria traz o pensamento de que para que se alcance os objetivos esperados, os indivíduos devem agir de modo moralmente proposto. Desse modo, é preciso que os jovens denunciem as práticas de bullying para que haja a minimização do problema. Logo, compete ao Cidadão o reconhecimento crítico e moral do assunto.

Portanto, medidas são necessárias para atenuar a adversidade. Sendo assim, convém ao Ministério da Educação criar um app por meio de parcerias com empresas do seguimento. Esse aplicativo deverá conter uma aba de denúncias anônimas, que permitirá o jovem denunciar e ajudará no combate ao bullying no cenário brasileiro. Enfim, espera-se, com essas intervenções, promover o ideal do filósofo São Tomás de Aquino.