O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 11/11/2021

Em âmbito nacional, muitas perspectivas paradoxais têm sido defendidas acerca da relevância da educação socioemocional para estudantes. Nesse viés, enquanto o senso comum se limita a apontar responsáveis e exigir mudanças, teóricos das ciências sociais atestam a necessidade de posturas coesas e socialmente mais engajadas com a educação sociológica. De fato, cabe exaltar que a educação socioemocional combate a ausência de empatia, sentimento em escassez nas instituições de ensino brasileiras.

De início, faz-se necessário avaliar práticas e ideologias em torno da necessidade de se implantar o ensino socioemocional nas escolas. Nesse prisma, segundo estudos divulgados pelo Ministério da Educação (Mec), a ausência da gestão de emoções é um dos pilares de diversos problemas, como bullying, violência e preconceito que corroboram para o crescimento exponencial da evasão escolar nos últimos anos. Por certo, deve-se admitir a superficialidade e a pouca eficiência de iniciativas, como peças publicitárias e informativas quea, apesar de relevantes, não conseguem incitar posturas proativas contra o bullying e outros tipos de violência nas escolas do país.

Além disso, diante da importância da educação socioemocional para estudantes brasileiros, mais do que conceber teorias, é preciso efetivar medidas concisas enfáticas e pontuais. Nesse sentido, em consonância com a atuação do Ministério da Educação, faz-se necessário instituir estratégias capazes de atrelar todos os segmentos da sociedade à uma rede de atuação a favor da implementação de um currículo criticísta, em todos os níveis, nas escolas do país. Sem dúvida, pode-se asseverar que a ética precisa ser resgatada como pressuposto de qualquer intervenção.

Em suma, considerando a abrangência dessa temática, torna-se imperativa a atuação de múltiplos agentes. Portanto, através da implementação de um currículo criticista, o setor educacional deve socializar amplos debates atrelados a saberes críticos sobre os impactos sobre os impactos da educação socioemocional nas escolas, como forma de formentar senso críticos e coibir contrassensos a respeito da efetivação do ensino emocional.