O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 12/11/2021

Segundo o IBGE (O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) Aproximadamente um em cada dez adolescentes (13,2%) já se sentiu ameaçado, ofendido e humilhado em redes sociais ou aplicativos. Consideradas apenas as meninas, esse percentual é ainda maior, 16,2%. Entre os meninos é 10,2%. Como agressões existem também fora da internet, nas escolas, onde 23% dos estudantes afirmaram ter sido morto de bullying. Portanto, o isolamento, como humilhações e o forte sensação de medo propiciam, impactos a longo prazo nas vítimas do bullying. Baixa autoestima, insegurança, suicídio, ansiedade, estresse, ataque de pânico e depressão são alguns exemplos.

Outrossim, a pior consequência do bullying é, sem dúvidas, a depressão e o suicídio. Isso não se aplica apenas às crianças, mas também aos adolescentes e adultos. Ademais, a depressão é uma doença séria, que afeta mais milhões de pessoas em todo o mundo. Saber identificar os sinais, pode evitar que alguém que sofre bullying entre em depressão ou tire sua própria vida, o número de pessoas que vivem com depressão, segundo a OMS (organização mundial da saúde), aumentou 18% entre 2005 e 2015. A estimativa é de atualmente, mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades sofram com a doença no mundo.

Entretanto,  além do comportamento problemático dos ofensores, um vítima pode parecer sempre na defesa e demonstrar sintomas de estresse e agressividade para com os demais, como pais, professores e colegas. Além disso, quando essas hipóteses desagradáveis ​​acontecem dentro da sala de aula, o professor pode ter dificuldade em conseguir a concentração dos alunos. O bullying contribui para um clima de angústia e medo no ambiente escolar, marcando uma vítima e moldando sua personalidade para o futuro. De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 42% dos alunos da rede pública de ensino relataram ser vítima de violência física ou verbal.

Portanto, para aqueles que desenvolveram depressão, ansiedade, ataque de pânico, estresse e baixa autoestima é preciso buscar ajuda, com psicológica é terapeuta. No ambiente escolar, onde o bullying acontece com frequência promover palestras, seminários, debates para que os alunos entendam como essa prática,  pode afetar a vida das pessoas que sofrem bullying. Admeias, outros meios de combater o bullying, começar à fixar cartazes alertando estimulando a denúncia de qualquer agressão,  criar uma política de atitudes em caso de bullying, com os direcionamentos e procedimentos a serem seguidos, Dar atenção também aos agressores. Eles podem sofrer com algum problema que a escola ainda não identificou. A família pode colaborar muito com esse processo.