O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 16/11/2021
O filme “O Extraordinário”, conta a história de um menino, Auggie, que possui uma síndrome que o deixou deformado, e por ser diferente ele sofre bullying na escola que ele começa a frequentar. O preconceito em série contra uma criança no ambiente escolar está cada vez mais comum no Brasil, afetando a vida de milhares de estudantes. Desse modo, os agressores quase nunca obtêm uma reabilitação adequada e as vítimas dessa agressão que muitas vezes não é só psicológica, mas física, ficam se sentindo traumatizadas e impotentes ,uma vez que o bullying pode desencadear e perpetuar inseguranças de ambos os lados. Visto isso, é evidente que essa violência foi normalizada a ponto de muitas escolas deixarem de lado, o que só agrava a situação.
A princípio, o bullying normalmente é algo que é tratado pela metade, pois não adianta somente dar suporte à vítima, mas também ao provocador que pode não saber que isso é ruim, pode estar sofrendo sem ninguém saber e que pode não saber as consequências que isso traz para a vida do agredido. Essa situação está presente na coleção de filmes Harry Potter quando Malfoy agride pessoas diferentes dele por ter aprendido isso com seus pais e por não receber amor dos mesmos. O agressor muitas vezes age por ter problemas pessoais não resolvidos e que nunca recebem atenção. Visto isso, a ajuda e o apoio é algo crucial no combate ao bullying.
Além disso, as violências psicológica e física, que milhares de alunos sofrem nas escolas, podem fazer eles sofrerem todos os dias pelo resto das vidas deles por inseguranças desenvolvidas a partir delas. Na série de televisão “Os treze porquês” a personagem principal, Hannah Baker, sofreu diversos tipos de violência em sua escola antes de tirar a própria vida, sendo uma delas o bullying, um dos seus maiores motivos. A partir dessa análise, é possível ver que a agressão destrutiva pode de fato acabar com a vida da vítima, tendo em vista que ela sofre diariamente com o ocorrido.
Diante dos argumentos supracitados, fica clara a relevância do combate à violência sequencial. Desse modo, é dever do Estado prever uma educação ética e moral nas escolas focando na aceitação e acolhimento das diferenças e do aluno como indivíduo. Além disso, a Mídia deve propagar movimentos anti-bullying que defendem e explicam a diversidade. Logo, somente assim a sociedade brasileira estará de fato cuidando dos estudantes.