O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 20/11/2021
Na revista em quadrinhos “Turma da Mônica” de Maurício de Souza, podemos perceber o atrito entre Cebolinha e Mônica, onde o garoto pratica com frequência o ato de xingar, por nomes pejorativos, a menina. Mônica tenta esconder, porém é perceptível sua chateação. De maneira análoga a isso, o bullying está presente em inúmeros ambientes do cotidiano, ressaltando principalmente as escolas. Nesse prisma, destacam-se dois causadores dessa problemática: a necessidade da superioridade e o diálogo com os autores.
Em primeira análise, evidencia-se a necessidade do praticante em ser superior à outras pessoas. Sob essa ótica, uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde em colaboração com o IBGE, mostrou que 20,8% dos estudantes já praticaram bullying. Dessa forma, é perceptível a ânsia desses alunos, que muita das vezes, só praticam essa intimidação para se sentirem mais importantes e relevantes do que outras pessoas.
Além disso, é notório a falta de diálogo com o estudante. Desse modo, Sócrates dizia que o diálogo era o processo de busca da verdade, através de perguntas e respostas. Consoante a isso, conversar com o autor do bullying, perguntando sua motivação, é necessário para obter respostas, e saber a verdade, como afirma Sócrates.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham ampliar formas de combater o bullying. Dessa maneira, cabe o Ministério da Educação, fazer campanhas conscientizadoras, explicando a necessidade do diálogo, pelos meios de comunicações atuais, como televisão, rádio e redes sociais. A fim de que os alunos se conheçam melhor, se respeitando e respeitando o outro. Somente assim, será possível combater o bullying nas escolas.