O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 31/01/2022

O livro “Extraordinário” relata o período no qual o personagem principal, portador de uma doença congênita, se adapta à escola e aos seus integrantes, que, no princípio, caçoam da aparência do novo colega. De maneira análoga a isso, a prática de bullying e cyberbullying na sociedade brasileira é irrestritamente inoficiosa. Nesse prisma, destacam-se a incumbência em erradicar tais elementos que fomentam esteriótipos ampliadores da violência categorizada.

Em primeira análise, evidencia-se os atos de intimidações físicas e verbais, apresentadas em extensão de agressões intencionais, ameaças, opressões, humilhações e xingamentos contra determinados grupos sociais. Sob essa ótica, de acordo a escritora inglesa Virginia Woolf, “De tudo que existe, nada é tão estranho como as relações humanas, com suas mudanças, sua extraordinária irracionalidade”. Dessa forma, a persistência da cultura do bullying em ambientes escolares mediante crianças e adolescentes faz-se alarmante certas condutas de discriminação e posicionamento de segregação perante os demais.

Além disso, é explícito o preconceito executado em recursos eminente. Desse modo, segundo a filósofa política alemã, Hannah Arendt, em “Banalidade do mal” argumenta que quando uma atitude agressiva ocorre constantemente, as pessoas param de vê-la como errada. Consoante a isso, a fragmentação ocasionada por atitudes agressivas na sociedade vigente, causa a repetição de posturas discriminatórias, entretanto, vistas como ações generalizadas e inofensivas.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham exterminar os atos ilegais de praticar-se o bullying e cyberbullying. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Educação promover palestras e cursos em instituições escolares, com objetivo de orientar e esclarecer dúvidas sobre o tema. Inibindo tais comportamentos violentos que procede da geração atual, efetivando os direitos dirigidos pela Lei presente do Estatuto da Criança e do Adolescente. Ademais, o Ministério das Cidades deve oferecer cartilhas de anti-bullying, através de centros informativos, nos municípios. Em alertar aos brasileiros sobre os riscos e decorrências de tal prática. Somente assim, poder-se-á visualizar um futuro pacífico, refutando, aos argumentos de Virginia Woolf.