O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 29/05/2022

A Declaração Universal do Direitos Humanos promove que todos os cidadãos, independente das suas características, devem ser tratados com educação e igualdade. Conquanto, a falta de instruções, no ambiente escolar, sobre os problemas causados pelo bullying dificulta a sua erradicação na sociedade contemporânea. Além disso, o indivíduo alvo das agressões físicas e verbais tende a desenvolver problemas mentais, como a depressão.

Diante desse cenário, é importante salientar que a ausência de aulas, nas escolas, sobre a opressão, facilita a sua ocorrência, já que os alunos desconhecem as suas consequências. No livro “Extraordinário”, escrito por Raquel Jaramillo, é retratado um garoto com uma deficiência facial que, em decorrência da falta de instruções dos colegas da escola, é alvo de críticas verbais sobre a sua aparência. Paralelamente, essa realidade ainda se faz presente em diversas escolas, uma vez que não há ensino sobre o bullying e suas consequências. Sendo assim, uma intervenção torna-se substancial para diminuir os casos de opressão no Brasil.

De como complementar, cabe ressaltar que o indivíduo que é alvo de ofensas verbais e físicas, muitas vezes, desenvolve traumas sociais, como as doenças mentais. No filme “O Coringa” é exposto um caso em que um comediante, após ser alvo de discriminações e atentados verbais, desenvolve depressão e outras enfermidades mentais. De maneira análoga à situação, no Brasil, diversas pessoas desenvolvem doenças mentais em decorrência de serem alvos de bullying na sociedade. Logo, é evidente que ações devem ser realizada para reduzir os casos de coação e, consequentemente, evitar o aumento das doenças mentais.

Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para reduzir os casos de bullying no Brasil. Sendo assim, o Ministério da Educação, por meio de um projeto de implementação de aulas sobre agressões físicas e verbais nas escolas, deve promover o ensino das consequências do bullying na sociedade. Tal projeto deve ser realizado desde o primeiro ano de aula das crianças e deve ocorrer semanalmente. Espera-se, com essa medida, a redução dos casos de bullying na sociedade atual e, consequentemente, a redução dos casos de doenças mentais, assim como promove a Declaração Universal dos Direitos Humano