O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 12/06/2022

No documentário “Bullying” retrata a vida de cinco adolescentes que sofrem bullying. De fato, o bullying não é um problema atual, o primeiro a relacionar a palavra ao fenômeno foi Dan Olweus, professor da Universidade da Noruega. Desse modo, na contemporaneidade, as dificuldades ainda persistem, seja pelas brincadeiras de crianças e pelo isolamento delas.

Em primeira análise, evidencia-se que o bullying era visto com uma brincadeirinha de crianças, um passatempo, os pais ou a direção escolar quase não sabiam e a maioria continua sem saber sobre o bullying e suas consequências, achando ser frescura ou fraqueza das vítimas, somente se preocupando quando chegavam a ser fatais, como alguma deformidade física, doenças psicológicas e/ou suicídio.

Além disso, é notório que muito pais não sabem que o filho sofre bullying, pois não dialogam entre si. Ademais isso da pelo isolamento da criança com medo dos seus próprios pais o xingarem. Segundo pesquisa realizada pelo IBGE em 2017, 46,6% dos entrevistados alegam que já sofreu alguma categoria de bullying e se sentiu humilhado por colegas da sala de aula, quando comparada a outra pesquisa realizada em 2015, fica nítido que a problemática ainda é crescente visto que a porcentagem era 35,3%. Diante do exposto, torna-se importante o monitoramento e fiscalização dos casos denunciados.

Portanto, concluímos que o bullying é um caso muito sério e deve ser visto com mais atenção principalmente nas escolas, local onde mais ocorre. Todavia, medidas são necessárias para combater a problemática. Dessa forma, o governo federal deve criar leis para atuar no combate ao bullying, como multas para quem cometa essa violência e em caso de menores de idade é necessário o acompanhamento psicológico, visando que diminua o número de casos com pessoas que sofrem bullying no Brasil.