O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 15/06/2022

O documentário “Bullying”, de Lee Hirschl retrata a situação de cinco adolescentes vítimas de discriminação e abusos diários. Dessa forma, Os jovens (Ja’Meya Jackson, Alex Libby, Tyler Long, Ty Smalley e Kelby Johnson) são assediados gravemente, tanto de forma verbal quanto física e psicológica. Em consonância com a realidade dos cinco, está a de muitos outros, uma vez que tais atos tornam-se cada vez mais frequentes e severos, podendo até mesmo resultar na morte das vítimas. Isso ocorre, seja pela banalização do assunto, seja pela inação no âmbito estudantil. Isso posto, é imprescindível que tal estigma seja resolvido de imediato.

Entre as causas de tal problema, é válido destacar a banalização dos atos de bullying na sociedade, enfatizando-se a aversão e desinformação perante o assunto. Dados divulgados pelo IBGE afirmam que em 2021, aproximadamente 23% dos estudantes tenham declarado-se como vítimas de tais hábitos, assim, afirma-se uma conformidade mediante a tal tópico, tendo em vista que mesmo após alguma denúncia, tal fato é constantemente contornado, amplificando assim a brutalidade e regularidade do processo.

Além disso, comprova-se a falta de quaisquer ações que visam a solução do dilema supracitado por parte das escolas, colégios e faculdades. Esse fator ocorre devido à falta de preparo e prática para lidar com o bullying, que então agrava-se, mediante a ausência de conscientização, enfrentamento, e quaisquer outras medidas em prol da prevenção, resultando assim, numa prática capaz de gerar sequelas e nocividades na jovem vítima. Por conseguinte, evidência-se a amplificação de tal dilema devido à uma falta de participação escolar.

Portanto, é preciso que o Estado tome providências para amenização do quadro atual. Para combater o bullying no Brasil, é de urgência que o Ministério da Educação garanta a proteção dos estudantes por meio de campanhas que visem conscientizar e fiscalizar os mesmos. Tais campanhas promoveriam uma maior movimentação proveniente da coordenação e direção escolar, bem como uma mentalização sobre o estigma. Somente assim, será possível impedir casos como os de Ja’Meya Jackson, Tyler Long e Kelby Johnson.