O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 13/06/2022
Turma da Mônica, uma das histórias de quadrinhos mais famosas do Brasil, retrata o contínuo bullying do Cebolinha para com a Mônica, no qual constantemente, ele a insulta e provoca, assim ela revida com violência. Analogamente, fora da ficção, tem-se o bullying constante no Brasil, porém, se difere das histórias em quadrinhos por ser algo real, presenciado comumente, que fere os sentimentos da vítima. No entanto, são necessárias mudanças educacionais e governamentais para combater a importunação.
Em primeiro lugar, é importante ressaltar que várias pessoas sofrem com um tipo de violência que vem caracterizada como “brincadeira”. Isso acontece, principalmente, pelo fato de os indivíduos acharem que o bullying é algo inofensivo, porém pode gerar consequências, como o distúrbio emocional, que provoca o baixo rendimento, a queda da autoestima ou até mesmo o suicídio. Segundo a teoria da tábula rasa de John Locke “O ser humano é como uma tela em branco que é preenchida por experiências e influências”. Com base nisso, pode-se levar em consideração que as práticas adotadas por uma parte da população têm origem no cotidiano das famílias, em discussões, desentendimentos, entre outros.
Contudo, no caso dos agressores, pode ter uma raiz complexa. Tendo em vista um entendimento de Sigmund Freud, a agressão física ou psicológica é inerente ao homem como expressão da “pulsão de morte”, assim explicado por haver uma tendência que nos leva a querer eliminar toda tensão existente – dentro e fora de nós – que explicaria a agressividade voltada a si mesmo e aos outros. Assim como mencionado, bullying são sintomas e possuem raízes mais profundas, como uma sociedade violenta, egocêntrica e também ambientes com excesso de competição, como por exemplo, as escolas. Assim, sendo necessário levar em consideração o “outro lado da história”.
Em suma, para conseguir reduzir os casos de bullying, é necessário que o Ministério da educação, por meio dos veículos midiáticos, elaborem programas e campanhas socioeducativas com a promoção de palestras sobre os variados tipos de agressão, e disponibilidade de profissionais da área, como psicólogos, para todo o corpo estudantil. Somente assim, a realidade brasileira distancia