O combate ao bullying no Brasil
Enviada em 23/10/2023
Na coleção Um Diário de Banana se destaca o impacto do bullying na vida do protagonista Greg, um problema que o impacta socialmente e mentalmente influenciando suas ideias. Diante dessa perspectiva, é deixa claro o grande impacto do bullying na vida dos adolescente. Nesse âmbito se destaca como causadores desse problema a falta de medidas do Estado e investimentos nas escolas para impossibiltar esse ambiente escolar negativo.
Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para haver uma organização maior e combater o bullying na escola. Nesse sentido, podemos apontar a negligência das escolas diante de tal problema, assim deixando uma grande brecha para essas atitudes sem medo de punições adequadas para opressões causadas, dessa forma o bullying continuará gerando tremendos danos mentais às vítimas. Essa organização se contradiz as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de diretos indispensáveis, como a segurança, o que infelizmente é evidente nas escolas do país.
Ademais, é fundamental apontar os danos mentais causados pelos sofredores dessas injúrias nas escolas do Brasil. Diante de tal exposto podemos afirmar as presentes consequências de doenças mentais adquiridas, as ofensas e as ideias colocados na mente da vítima podem criar pensamentos depressivos baseado nas coisas ditas e atitudes tomadas contra as vítimas, assim gerando doenças como a depressão, fobia social, ansiedade extrema, dentre outras. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a pendurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso é imprescindível que o governo, por meio de mais profissionais capacitados observarem comportamentos ofensivos na escola e psicólogos presentes afim de ajudar alunos com tais problemas, assim podendo punir adequadamente os agressores e ajudando a tratar da mente das vítimas. Assim se consolidará uma sociedade mais harmônica e sem traumas gerados pela experiência nas escolas, dessa forma o estado desempenhará corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.