O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 08/04/2024

Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de um em cada dez adolescentes já sentiu alguma forma de intimidação ou violência. Baseando-se nessa informação, o “Bullying” é um ato de agressão seríssimo que é muito comum em ambientes escolares no Brasil, sendo as principais causas para as vítimas sofrerem tal prática as aparências e tipos de deficiência. Dessa maneira, é necessário medidas para combater o “bullying” nas escolas brasileiras.

Em primeira análise, muitas pessoas foram vítimas do “bullying” devido à sua aparência no Brasil. De acordo com o filme “Extraordinário”, o protagonista, August Pullman, nasceu com uma deformidade no rosto e até usa um capacete de astronauta para escondê-la. Depois de um tempo sendo educado em casa, August finalmente começa a frequentar uma escola, porém sofre violência moral pela sua aparência, além de ser excluído durante as aulas. Assim, a fase estudantil dos jovens se torna difícil de desenvolver devido à essa prática.

Além disso, o “bullying” não só é causado pelas aparências como também pelos tipos de deficiência que a pessoa possui. Segundo o anime “My Hero Academia”, o personagem principal, Izuku Midoriya, sofre “bullying” de seu amigo de infância, Katsuki Bakugo, por nascer sem ‘‘individualidade", tipo de poder que é comum aos indivíduos possuírem. Colocando esse cenário para fora do ambiente fictício, observa-se que é o mesma experiência que uma pessoa com deficiência teria. Nesse sentido, as vítimas desenvolvem insegurança e problemas psicológicos.

Portanto, diante do que foi mencionado, para combater o “bullying” no Brasil, é necessário que as escolas observem os comportamentos dos jovens por meio de conversas com os próprios alunos, bem como informar aos pais sobre os casos. Ademais, juntamente do Ministério da Educação, órgão responsável pela educação e ensino dos jovens, implementar uma maior educação básica para as pessoas com algum tipo de deficiência a fim de manter de eles se sentirem mais acolhido nos institutos educacionais.