O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 08/04/2024

No filme “extraordinário’’, de 2017, é retratado o bullying perante uma deformidade facial do personagem principal, Auggie. Analogamente a isso, o fenômeno começou a ser estudado na Suécia, na década de 1970, podendo ser caracterizado como um modo de humilhação, intimidação, agressões físicas, verbais ou psicológicas onde ocorrem repetidamente e com intenção de humilhar e até mesmo denegrir a imagem da vítima.

Adicionalmente com os avanços tecnológicos, e por consequência sua globalização, o cyberbullying tem se propagado rapidamente nos meios digitais, isso se dá pela falta de regulamentação, que contribuem para serem disseminadas palavras de ódio ou também imagens de cunho pejorativo contra à pessoa. Ademais, pode passar despercebido por não ser explicito, sendo feito de forma velada ou anônima, na tentativa de driblar eventuais punições e represálias, podendo ser confundido com brincadeiras típicas da idade.

Além disso, pode ocasionar as vítimas transtornos de ansiedade, depressão, dificuldade para se socializar, decréscimo no rendimento escolar e em casos mais graves pode levar ao suicídio ou até mesmo pode gerar reações agressivas extremistas das vítimas que sofrem bullying, como visto recentemente no caso da escola de Suzano, em são Paulo, onde dois alunos entraram na escola armados e ceifaram a vida de dez alunos.

Portanto, cabe ao ministério da educação e da saúde, das escolas e responsáveis, promoverem palestras educativas, e formas de represália desta prática como advertências, ou até mesmo a suspensão do aluno, é necessário que os professores fiquem atentos ao que se passa na sala de aula e na escola como um todo. Além de promover um ambiente seguro para que seja denunciada a prática e o jovem possa ser acolhido com acompanhamento psicológico tanto para as vítimas quanto para os agressores para assim ter uma maior compreensão de suas atitudes.