O combate ao bullying no Brasil

Enviada em 07/04/2024

O aumento na atividade do bullying é algo bem recorrente no Brasil, apresentado de várias maneiras, desde escolas até em meios tecnológicos, sendo os mais afetados os adolescentes, negros, pessoas de baixa renda e deficientes. Dessa forma, o combate ao bullying no Brasil deve ser mais reconhecido e colocado em prática, para que acabem situações como homicídios e doenças desenvolvidas mentalmente, como ansiedade, estresse ou baixa autoestima por exemplo.

Em primeira análise, no ano de 2011, ocorreu a fatídica tragédia do Massacre de Realengo, localizado no Rio de Janeiro, cometido pelo aluno Wellington, que acabou tirando sua própria vida após o caso. Sendo assim, esse é um dos inúmeros casos de massacres que foram desencadeados através do bullying, tornando a vítima em um agressor, devido aos traumas ocasionados.

Em segunda análise, de acordo com o jornal Folha de São Paulo, pessoas de 16 a 29 anos, 52% delas disseram que já sofreram bullying no ambiente escolar, apontando o quão problematico foi essa fase de suas vidas e que em alguns casos, foram gerados gatilhos e traumas que são refletidos na fase adulta. Dessa forma, casos de ansiedade e estresse são uma das consequências mais apresentadas devido ao bullying que, caso se torne algo mais grave, pode acontecer acidentes irreversíveis, como o suicídio.

Portanto, o bullying é uma atividade cruel, insensível e que corroe aos poucos a vítima, sendo necessário o reconhecimento dessa problemática. Sendo assim, uma das maneiras ao combate dessas ofensas no Brasil é através de manifestações em escolas e com a ajuda de reuniões e educando dos pais e alunos, mostrando e alertando as causas e como devemos conviver em sociedade, tornando-a mais pacífica e empática para as gerações futuras, e, outra maneira seria com a ajuda de governadores, para a abertura de mais hospitais públicos e postos de saúde, incentivando e aprimorando o acompanhamento psicológico das vítimas e da população no geral, diminuindo os casos de bullying e das “doenças da atualidade”.