O combate ao comércio ilegal de animais silvestres

Enviada em 24/07/2020

O ser humano primitivo desenvolveu habilidades de sobrevivência que possibilitou o surgimento das primeiras sociedades. Tais estratégias, como, manuseio do fogo, criação de ferramentas, caça, agricultura e domesticação de animais gerou na humanidade o sentimento de posse. Assim, as consequências deste processo são refletidas hoje, dentre outras formas, no tráfico de animais silvestres que, causa extinção das espécies,  desequilíbrio ambiental e riscos à saúde coletiva.

O comércio ilegal de animais expões estas criaturas traficadas há diversas formas de crueldade, usando-os como alimento, experimentos,  subprodutos e trancando-os em cativeiros. Logo, o Ibama relata que, a retirada continua de animais silvestres do habitat provocou a diminuição gradual de várias espécies nacionais levando-as a extinção ou ermo. Visto que, ao exporta-las o fluxo comum de reprodução é impedido e estas espécies dificilmente sobrevivem fora do próprio ecossistema.

Por conseguinte, as relações ecológicas existentes são modificadas alterando as cadeias alimentares gerando desequilíbrio ambiental com o aumento exacerbado das espécies que seriam predadas, causando disseminação de doenças e destruição da fauna e flora, fatores estes que contribuem para a perca da biodiversidade. Neste ínterim, é importante ressaltar que a Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que, 70% das doenças modernas são de origem animal, sendo assim à riscos a saúde coletiva, tanto por consumo direto de animais silvestres, quanto por contato com excrementos e animais de produção contaminados.

Portanto, o Ibama por meio de ações integradas com entidades  parceiras, como a Greenpeace Brasil, deve implementar estratégias para aumentar os postos de fiscalização nas principais rotas das áreas de reservas e realizar a chipagem das principais espécies traficadas. Pois, além de combater o tráfico de animais silvestres, impedindo o transporte e rastreando as cargas, diminuirá as doenças que, são adquiridas pelo homem no contato direto ou indireto com estes animais.