O combate ao comércio ilegal de animais silvestres
Enviada em 29/07/2020
Indubitavelmente, desde da Pré-História muitos povos já entendiam que a natureza era de fundamental importância para a manutenção das suas necessidades diárias, com isso não demorou muito para o ser humano retirar os animais de seus lares para benefício próprio. No entanto, ao analisar o combate ao comércio ilegal de animais silvestres, percebe-se que, a relação abusiva entre o homem e a natureza só se intensificou com o passar das gerações. Nesse contexto, tal ato é evidenciado por diversos fatores, seja tanto pela venda ilegal, quanto pela fiscalização precária.
A princípio, convém frisar que tráfico de animais silvestres é um fator predominante para a persistência do problema. Nesse viés, de acordo com a Constituição Brasileira de 1988, em seu artigo 225, todos têm o dever de manter o meio ambiente ecologicamente equilibrado para as presentes e futuras gerações. Sob essa ótica, ao se analisar a maneira que as espécies são usadas e maltratados para o homem conseguir um pedaço de papel em troca é realmente triste. Logo, esse erro deve ser retificado.
Além disso, vale ressaltar que a falta de fiscalização adequada auxilia na disseminação do agravante no país. Nessa perspectiva, segundo o filósofo prussiano Immanuel Kant, “podemos julgar o coração de um homem pela forma como ele trata os animais”. Ademais, é conveniente salientar que as condições que esses animais são contrabandeados, leva a morte de muitos antes mesmo de chegar nas mãos do comprador, a fiscalização ajudaria a evitar essas mortes, garantindo que o animal fique no seu habitat natural.
Depreende-se, portanto, a relevância de resolver o impasse. Para isso, é necessário que o IBAMA, como instância máxima dos aspectos de proteção ao animal, por meio de estratégias mais eficientes para evitar não só a venda, mas também a compra. Deve-se promover campanhas para a orientação da parcela insipiente da população, caso o problema ainda persista é necessário a aplicação de penas mais severas para esses indivíduos. Sendo assim, o fito de tal ação é preservar e recuperar a fauna brasileira. Dessa forma, o problema será gradativamente erradicado.