O combate ao comércio ilegal de animais silvestres
Enviada em 18/07/2020
O tráfico de animais silvestres é a 3º maior atividade ilegal do mundo, perdendo somente para o tráfico de drogas e armas. É uma das principais ameaças a biodiversidade e pode provocar a extinção de diversas espécies. O comércio ilegal ocasiona desequilíbrio ecológico e sofrimento aos animais. Nesse contexto, o comércio ilegal é um assunto a ser pensado e implementado junto com órgãos públicos e fiscalizadores.
Em primeira análise o tráfico retira quase 38 milhões de animais silvestres da natureza por ano, gerando um desequilíbrio ecológico muito grande, afetando consideravelmente a cadeia alimentar, além de reduzir a biodiversidade. Do mesmo modo gerando um sofrimento elevado dos animais capturados, alterando todo o seu comportamento e forma de vida, dificultando a reintrodução do mesmo na vida selvagem.
Além disso de acordo com dados do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), aproximadamente 90% dos animais silvestres morrem logo depois de retirados principalmente dos Estados da Bahia, Piauí, Pernambuco e Ceará. Portanto, é assegurado pela lei Nº 5.147 a proibição a sua utilização, perseguição, caça ou apanha. Garantindo 100% do bem estar animal estando sujeito a punição caso ocorra o descumprimento da mesma.
Fica claro, portanto que é preciso uma maior fiscalização conjunta do IBAMA e do Instituto Estadual de Florestas (IEF) para que o comércio ilegal de animais silvestres serra erradicado do Brasil e do mundo. Cabe também ao poder público, universidades, escolas e a mídia, difundir a educação ambiental para a população, afinal é necessário conhecer para se preservar.