O combate ao comércio ilegal de animais silvestres

Enviada em 30/07/2020

De acordo com a Carta Magna de 1988, a caça e comércio de animais silvestres é crime. Contudo, a exploração da fauna e da flora desde o mercantilismo até os dias de hoje ainda é presente. Percebe-se, desse modo, que o problema é existente, seja pela ineficácia das leis, seja pela dificuldade de fiscalização.

Sobre essa conjuntura, os danos causados por essa atividade são nefastos, podendo chegar à grandes consequências. Em primeiro lugar, os conhecimentos sobre como cuidar de animais silvestres é diminuto, até mesmo em clínicas veterinárias não se tem o conhecimento necessário para manter o bem-estar pleno de espécies assim. Além disso, a variedade de animais no planeta é colossal, sendo assim, é dificultoso saber os cuidados essenciais para o animal -uma dieta saudável, por exemplo.

É incontroverso que a questão constitucional e sua aplicação estejam como fortes causas do problema. Para o filósofo chinês Sun Tzu, quando o comandante demonstra fraqueza, não possui autoridade e suas ordens forem fracas, o resultado será o caos e a desorganização absoluta. Nesse contexto, a ineficiência da justiça brasileira promove a facilitação do comércio ilegal de animais silvestres, pois não há o tratamento correto para evitar e punir essas ações criminosas.

Portanto, medidas eficazes devem ser tomadas a fim de mitigar essa problemática. É de extrema relevância que o Governo Federal use verbas para programas contra o tráfico e comércio desses animais, promovendo uma real fiscalização do assunto, para que essas ações sejam evitadas a tempo. Faz-se importante também, a participação populacional, denunciando quaisquer práticas relacionadas a biopirataria. Assim, essa atividade será mais rara e os animais poderão viver com menos interferência negativa do ser humano.