O combate ao comércio ilegal de animais silvestres

Enviada em 29/07/2020

A relação dos povos indígenas com a natureza, historicamente, é marcada pela harmonia. Baseado em crenças, os índios sabem respeitar o espaço dos animais, principalmente dos silvestres, que, com a evolução da sociedade, foram considerados nocivos para a população. Nesse viés, na sociedade atual ainda há contrabando desses animais, provocando um grande desequilíbrio biológico e consequências maléficas para o comércio.

Primeiramente, é necessário reconhecer que retirar qualquer animal considerado silvestre de seu habitat natural acarretará em um desequilíbrio biológico. Os animais selvagens comercializados para domesticar apresenta riscos para a população, uma vez que muitos deles carregam em seu organismo patologias que resultam em doenças nos humanos. Além disso, nas florestas, esse contrabando pode afetar consideravelmente as cadeias alimentares e gerar extinção de espécies.

Em consequência do tráfico, nota-se uma conjuntura comercial entre os países, onde existem exportadores e importadores, ilegalização de impostos e uma sociedade informal. No momento em que existe essa prática, o Estado perde o controle da taxação de impostos e das negociações que há por meio dela, havendo assim uma desorganização na economia daquela nação. Por outro lado, se o mercado clandestino for negligenciado, está apto a crescer e torna-se mundial.

Fica claro, portanto, a necessidade de intervir nas transações ilegais de animais silvestres. Para isso, cabe aos institutos legais de meio ambiente investigarem constantemente e aplicarem as medidas severas, em seguida, informar ao ministério do comércio a conjuntura lucrativa formada para ser extinta. E, assim, a sociedade atual tem um vislumbre da harmonia com a natureza, como têm os índios.