O combate ao comércio ilegal de animais silvestres
Enviada em 21/07/2020
No convívio social brasileiro, o tráfico de animais silvestres é um problema bastante nocivo e notório no país. Visto que, esse impasse afeta uma grande parcela dos biomas brasileiros. Esse cenário desafiador exige uma atuação mais contundente tanto do poder público quanto da sociedade civil com propósito de combater esse comércio.
Efetivamente,por mais que o Estado brasileiro disponha de mecanismos, esse problema ainda é muito evidente.Prova disso é que , de acordo com o IBMA, são 38 milhões de animais retirados do Brasil por ano.Diante disso, esse comércio ilegal geram várias consequências,por exemplo, a extinção de várias espécies e o desequilíbrio ambiental. Tal panorama negligente tem relação direta com a escassez de informes governamentais sobre a Constituição Federal de 1988, no artigo 225, que todos têm direito ao meio ambiente equilibrado e a Lei de Proteção à Fauna.
Ademais, no contexto relativo relativo à responsabilidade social,é importante destacar que várias famílias e escolas não são habituadas a estimular um desenvolvimento de preservação ambiental e identificar ações do comércio ilegal de animais, pela incipiência de debates em ambientes domésticos e familiares,evidenciando,dessa forma, um paradigma cultural que necessita ser modificado urgentemente. Essa circunstância pode ser extremamente prejudicial, já que vários animais do bioma brasileiro foram extintos, por exemplo, a floresta da Mata Atlântica.
portanto, cabe ao governo,na condição de responsável pela execução do orçamento da União, intensificar informes governamentais e voltar mais recurso para o Ministério do Meio Ambientes, por meio de campanhas,palestras e administração de gastos. Além disso, é dever da comunidade escolares e das famílias ampliar momento interativos,mediante reuniões, diálogos e debates, que se disponha a desenvolver uma mentalidade acerca da proteção aos animais silvestres, a fim de evitar o comércio ilegal.