O combate ao comércio ilegal de animais silvestres

Enviada em 23/07/2020

O filme brasileiro “Rio”, retrata sobre a intensificação do comércio ilegal dos animais silvestres, que são retirados do seu habitat natural e colocados em cativeiro. Nesse contexto, é notório que, indubitavelmente, o combate ao comércio ilegal de animais silvestres é uma pauta provocada pela fraca educação parental e ausência de programas governamentais.

Vale ressaltar, a princípio, que a negligência do ensino familiar sobre as questões ambientais é um dos principais fatores determinantes para a permanência dessa problemática. Dessa maneira, o artigo 229 da Constituição Federal diz que os pais devem assistir, criar e educar seus filhos. Sendo assim, a compra de espécies selvagens dentro da família, mostra as falhas na educação do Brasil, pois os indivíduos adultos não receberam o conhecimento da necessidade de proteger a fauna nacional.

Ademais, é importante salientar que a escassez de medidas governamentais está entre as causas do problema em questão. Sob essa perspectiva, o sociólogo Émile Durkheim determinou que o Governo, a Escola e a família formam a coesão social. Nessa conjuntura, o Estado deve criar programas que estimulem a denúncia do tráfico de animais selvagens pela sociedade, para que todos os cidadãos possam participar e agir em seus municípios, em prol de preservar a biodiversidade brasileira.

Infere-se, portanto, que ao utilizar a educação parental e a ausência de programas governamentais é possível combater o comércio ilegal de animais silvestres. Com isso, a fim de executar tais medidas, cabe ao Ministério da Educação, por meio das Escolas, promover palestras a envolver pais e alunos para ensiná-los que o Brasil é um país rico em fauna e flora, porém a sua diversidade nos ecossistemas está em risco, devido a caça ilegal. Outrossim, cabe ao Ministério da Economia disponibilizar verbas aos municípios, com a finalidade de rentabilizar a pessoa, em anonimato, que mais denunciar a venda ilícita de animais. Proposta que, incipiente no presente, pode mudar as gerações futuras, porque conforme Confúcio " Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros".