O combate ao comércio ilegal de animais silvestres
Enviada em 01/08/2020
A influência humana Sobre os animais silvestres
Na época da pré historia a prioridade era a sobrevivência, pois existiam inúmeros predadores que ameaçavam a espécie humana. Com o passar do tempo a humanidade foi evoluindo, aumentando sua capacidade de lidar com os animais, isto é, a pecuária e a domesticação dos mesmos para a produção de matéria prima, por exemplo o leite para a produção de laticínios e a lã para a fabricação de tecidos. Atualmente por conta da influência dos seres humanos sobre os animais silvestres, efetivamente, ocorreu um aumento no comércio, gerando consequências não só para a ecologia como também para a fauna.
Certamente o comércio de animais silvestres vem aumentando, por consequência da falta de fiscalização do governo, traficantes retiram os bichos do seu habitat natural e os transportam para as metrópoles. Como resultado a fauna é prejudicada, afetando a cadeia alimentar. Além disso esses animais são transportados de maneira precária e ainda vivem em ambientes inadequados para a sua sobrevivência.
Em seguida são adquiridos por pessoas que na maioria dos casos não possuem o conhecimento de como cuidar desses animais, não ocorrendo a alimentação e o tratamento adequando. Como consequência, ocorre os maus tratos pela falta de cuidado ou até mesmo por ruindade algumas pessoas agridem os bichos.
A fim de amenizar esse problema existem cativeiros legalizados, com o intuito de tratar e devolver esses animais ao seu habitat natural, biólogos se esforçam para readaptar esses seres vivos a natureza e cuidando dos mesmos em caso de algum ferimento ou doença, porém a quantidade de animais comercializados é imensa e o baixo investimento do governo afeta
esse tratamento, sendo insuficiente a quantidade de cativeiros. Por Ultimo
a lotação dos cativeiros aumenta o risco de transmissão de doenças patológicas, a exemplo do corona vírus, em virtude de uma pessoas ter tido o contato com um animal possuidor de várias doenças contagiosas.