O combate ao comércio ilegal de animais silvestres
Enviada em 29/07/2020
Antes da invasão para colonizar as terras brasileiras pelos portugueses há 1500 anos, os povos indígenas integravam animálias silvestres,como cães,às aldeias e passavam esses conhecimentos através das suas gerações,segundo a Folha de S. Paulo.Assim,os europeus,ao observar essa relação entre nativos e os animais selvagens,conquistaram a prática de domesticá-los,dando início ao comércio da fauna selvagem no Brasil.No entanto,a admiração dos habitantes da Europa, que viam os bichos exóticos como ‘troféus’ ,gerou um interesse internacional e ,consequentemente ,o incentivo à venda ilegal desses (espécimes) no mundo todo.
A princípio,apesar da cultura brasileira de retirar alimária na natureza desde antes da chegada de Pedro Álvares Cabral no país, a institucionalização,para fiscalizar o negócio de animais,só ocorreu em 1967, por meio da Lei de Proteção à Fauna,n° 5197.De acordo com o pensamento marxista, priorizar o bem pessoal em detrimento do coletivo gera inúmeras dificuldades para a sociedade. De fato, essa ação ilícita se tornou a terceira maior do mundo, apenas atrás do tráfico de armas e drogas,e provoca a retirada de 38 milhões de animais silvestres do ecossitema brasileiro,conforme a Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres(RENCTAS), tornando-se umproblema que pode afetar o equilíbio do palneta.
Em segundo lugar,o descendente do Homo sapiens,prova que de sapiens não tém nada,porque este entende que está no topo da cadeia evolutiva, logo detém o domínio das outras espécimes,então, para ele, prevalece a ideia distorcida de retirar e utilizar os animais do ecossistema de modo irregular.Consoante a União internacional pela conservação da Natureza(UICN), os deslocamentos de animálias silvestres em grande escala do ambiente natural causam riscos de zoonoses-doença de origem animal-como o caso da Covid-19, que pode ter surgido do consumo de carne de espécies selvático que continham o vírus; igualmente,perdas da biodiversidade e desiquilíbrio ecológico.Ademais,a ausência desses animais selvagens, leva ao desaparecimento de serviços ecossistêmicos ,pois ,são polinizadores; bem como, dispersores de semente, que regeneram a agricultura, prevenindo erosões e o assoreamento, os quais ,garantem a manutenção dos recursos hídricos;além disso,são predadores de insetos,eliminando eventuais pragas nocivas para agricultura,segundo a Diretora Executiva da Freeland Brasil, Juliana Machado Ferreira.