O combate ao comércio ilegal de animais silvestres
Enviada em 01/08/2020
O filme “O Rio”, relata a história de duas ararinhas azuis, que corriam o risco de serem extintas e para evitar foram mantidas em cativeiro. Analogamente, a caça de animais selvagens no Brasil é um problema ainda, que ocorre de forma velada, mas suas consequências são palpáveis. Visto isso, existe impasses para combater o tráfico de animais, como a falta de debate e insuficiência legislativa.
Em primeiro ponto, a falta de conhecimento da população contribui para a realização desse comercio ilegal. Exemplificando, no período colonial os portugueses exploravam as riquezas brasileiras, para seu próprio lucro e beneficio. Desse modo, é notório que essa prática esta enraizada na sociedade, na qual insciente as pessoas destroem a biodiversidade e diminui a procriação das especies. Isso, ocorre pelo fato de ser um assunto silenciado e pouco conhecido por muitos, sendo difícil identificar quando ocorre e de realizar a denuncia.
Sob a mesma óptica, o combate ao tráfico de animais selvagens é ineficiente, por conta da ineficácia das leis e uma fiscalização inoperante. Nesse sentido, caça de animais selvagens é considerada ilegal desde 1964, com base no artigo 29 da Lei de Crimes Ambientais, com multa e detenção de seis meses a um ano. Contudo, a dificuldade de punir os criminosos, por conta de uma inspeção ineficiente e falta de denúncia, corrobora para a continuidade da caça.
Em virtude dos fatos mencionados, medidas são necessárias para reverter esse cenário. Portanto, com o intuito de cessar o comércio ilegal de animais, o Ministério da Educação, deve promover oficinas e palestras, sobre a biodiversidade brasileira e a importância de preservar, atingindo o corpo docente, discente e o âmbito familiar, realizando cartazes informativos, para sensibilizar o restante da população por meio de disque denuncias, maneiras de identificar e combater a compra e venda desses animis.