O combate ao comércio ilegal de animais silvestres

Enviada em 29/07/2020

O comércio ilegal de animais silvestres gera um desiquilíbrio no ecossistema, pois estes são retirados de seus habitats naturais, que assim perdem parte de sua fauna. É especista por parte dos seres humanos tratarem os demais animais como mercadoria. Cabe, portanto, analisar como combater o comércio ilegal de animais silvestres.

Segundo dados da RENCTAS (Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres), a estimativa é que todo ano 38 milhões de espécimes são retiradas da natureza brasileira. Para ilustrar, no mês de julho de 2020, um estudante de veterinária foi preso por estar envolvido com o tráfico de cobras. Contudo, é difícil para as autoridades apreenderem todos os casos. Nesse sentido, é visível que apesar de a lei punir quem comete crimes ambientais como esse, os mesmos devem ser evitados em suas raízes.

Em contraposição, o veganismo é um movimento político que luta contra qualquer forma de exploração animal. A ideologia defende que os animais são seres sencietes e dotados de diversas capacidades, cada qual para sua espécie. Nesse viés, faz-se mister salientar que, além dos órgãos ambientais, há movimentos que têm em pauta essa questão. Por conseguinte, seria primordial que mais pessoas conhecessem as organizações que defendem os animais e seus motivos. Se o ser humano desenvolver mais empatia com os animais, destruirá menos o meio natural.

Dessarte, é dever do governo federal e dos órgãos ambientais reforçarem a fiscalização nas florestas brasileiras. Também, deve ser ensinado nas escolas, desde o ensno fundamental, a matéria ‘‘consciência ambiental’,que trate sobre a importância dos animais em seus ecossistemas e preservação da natureza, para que as futuras gerações tenham maior chance de viver em harmonia com o meio ambiente.