O combate ao comércio ilegal de animais silvestres

Enviada em 29/07/2020

O território brasileiro possui uma enorme biodiversidade em sua extensão. Além disso, o Brasil ostenta a presença de animais silvestres em seus biomas. Logo, as peculiaridades das espécies atraem a sua comercialização. No entanto, o Estado mostra-se fraco perante o combate ao tráfico desses animais devido ao pouco investimento na tecnologia de segurança animal.

Em primeira análise, é válido ressaltar que os animais apresentam funções importantes em seus ecossistemas. Por isso, a ONU Meio Ambiente alerta sobre o risco de escassez de meios de subsistência em comunidades dependentes do desenvolvimento da natureza. Para ilustrar, no norte do Brasil os indígenas dependem do equilíbrio da fauna e da flora local para alimentação e manutenção cultural. Assim, ressaltando a importância da integridade dos biomas brasileiros.

Em segunda análise, cabe destacar a influência do Brasil nas exportações silvestres. Nesse contexto, a ONG WWF (World Wildlife Fund) registrou que é o país que apresenta a maior exportação ilegal de animais silvestres. Além disso, ele movimenta cerca de um bilhão de dólares anualmente. Assim, revela-se a ampla presença de animais brasileiros  fora de seus habitats natural e a falha do país no combate ao trafego ilegal da fauna nacional.

Portanto, devido ao intenso trânsito ilegal das espécies silvestres o Estado brasileiro deve fortalecer a política de combate ao tráfico desses animais. Isso deve ser feito por meio de investimento financeiro em tecnologia de rastreio, monitoramento da segurança animal e das áreas preservadas. Tal técnica pode ser custeada pelo Estado, por meio de bolsas de pesquisas nas universidades públicas. Dessa forma, há maior qualidade na fiscalização do comércio de animais silvestres brasileiros e na preservação da biodiversidade e comunidades nacional.