O combate ao comércio ilegal de animais silvestres

Enviada em 31/07/2020

O comércio ilegal de animais silvestres é a 3 maior atividade ilegal do mundo. Essa atividade no Brasil, ameaça toda a fauna e consequentemente, a flora brasileira e efetivamente, o combate ao comércio ilegal de animais silvestres não é eficaz, tanto pela falta de educação ambiental, quanto pela insuficiência de leis.

É importante ressaltar, em primeiro plano, que existe uma cultura brasileira de capturar animais silvestre, que vem crescendo ao longo dos anos. À luz disso, a falta de conhecimento sobre a importância de preservar a natureza e os animais, faz com que muitas pessoas tratem a natureza como uma fonte inesgotável de pertences a serem comercializados. Contudo, é notável, que uma educação ambiental que rompa com a cultura de captura desses animais, deveria fazer parte do ensino escolar, afinal como ressalta Nelson Mandela: " a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo".

Em segundo plano, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Relatório Nacional sobre o Tráfico de Faunas Silvestres (RENCTAS), cerca de 38 milhões de animais silvestres são retirados do Brasil por ano. Nesse contexto, um fato que colabora para que isso aconteça é a insuficiência de leis que punam severamente os traficantes, que são responsáveis pela extinção de muitas especies animais na natureza, como a ararinha-azul, que atualmente só existem em cativeiro.

Dado o exposto, portanto, medidas devem ser tomadas para que o combate ao comércio ilegal de animais silvestres seja efetivo. Sendo assim, cabe ao Ministério da educação promover materiais pedagógicos, que promovam uma educação ambiental, a fim de conscientizar os estudantes que a vida dos animais silvestres devem ser preservadas, dessa maneira, formando cidadãos preocupados com a fauna e a flora brasileira. Ademais, cabe ao Poder Legislativo fazer ajustes na legislação ambiental, por meio da criação de leis mais rígidas, a fim de combater de fato o comercio ilegal de animais silvestres no Brasil.