O combate ao comércio ilegal de animais silvestres

Enviada em 31/07/2020

O renomado escritor inglês Thomas more, retrata em sua obra “Utopia” uma sociedade na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade do século XXI é o oposto do que o autor prega, uma vez que, infelizmente, o tráfico de animais silvestres é uma realidade cruel em nosso país. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: o desrespeito as leis e falta de empatia dos consumidores desse mercado negro.

Em primeiro lugar, a lei n° 5.197, de 3 de janeiro de 1967 assegura que, a prática do comércio ilegal de animais no Brasil, é considerado crime. Todavia, esse regime parece não intimidar os contrabandistas, uma vez que, mesmo com uma determinação judicial em vigor para coibir tal criminalidade, eles continuam retirando animais de varias espécies que constituem a fauna silvestre, para viver em cativeiro.

Em segundo lugar, uma charge divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente, traz a seguinte reflexão: “Isso acontece porque você compra!” ,fazendo uma crítica explícita aos consumistas deste mercado negro. Desse modo, constata-se que, a falta de empatia do ser humano é tanta, que ignoram o fato de estarem contribuindo para a extinção total ou parcial de muitas espécies que influenciam positivamente tanto o meio ambiente, quanto a vida da especie humana, tudo isso com intuito de fomentar a lucratividade singular.

Fica evidente, portanto, que o comércio ilegal de animais silvestres deve ser combatido. Nesse contexto, cabe ao Ministério do Meio Ambiente, em parceria com influenciadores digitais, elaborar campanhas de conscientização para atenuar o óbice, por meio do “Instagram”, “Twitter”, “Facebook”, etc, além de promover as publicações afim de alcançar maior público, com finalidade de informar e desenvolver maior clareza na mente dos cidadãos do brasil  sobre as consequências desse ato. Dessa forma, a problemática será atenuada a  médio e longo prazo, e a coletividade alcançará a “Utopia” de More.