O combate ao comércio ilegal de animais silvestres
Enviada em 31/07/2020
O ato de domesticar animais teve inicio no período Neolítico, onde o principal intuito era o auxílio na agricultura. Bem distante dessa finalidade está a tentativa de domesticação dos animais silvestres, que é crime mas, ainda assim acontece com frequência por que há compradores, que fomentam esse comércio, contribuindo com a diminuição da biodiversidade.
As pessoas que pagam por animais selvagens fazem com que, haja mais retirada desses bichos de seu habitat natural. Hoje mesmo com a ajuda da tecnologia, utilizando chips em diversos animais para rastreamento, a fiscalização não consegue controlar tudo, isso por que a quantidades de fiscais é inversamente proporcional ao número de envolvidos nesse mercado.
Ao remover um animal de seu local de origem, além de contribuir com extinção de tal espécie a flora também é prejudicada. O risco de morte ao ser retirado da natureza e colocado sob domínio de um individuo que não possui conhecimento sobre a alimentação, e ambiente adequados pode ocasionar o adoecimento e consequentemente o óbito. Outrossim, é “manutenção” que a floresta perde com a falta desses animais, isso por que praticamente todo bicho come frutas, que por sua vez possuem sementes, e por eles são espalhadas em qualquer parte da mata, seja ao deixar cair da boca ou pelas fezes, facilitando o nascimento de novas árvores.
Em virtude dos fatos mencionados é necessário que atitudes sejam tomadas, afim de findar o comércio de animais silvestres. É preciso que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), tenha mais fiscais e que estes fiquem em pontos estratégicos para que ocorra mais prisões e assim a intimidação dos traficantes. Além disso, é necessário que o Ministério do Meio Ambiente invista em propagandas de TV, jornais e principalmente por mídias sociais, expondo o quanto essa prática traz malefícios.