O combate ao comércio ilegal de animais silvestres
Enviada em 02/08/2020
O comércio ilegal de animais silvestres tem apresentado aumento significativo nos últimos anos. Promulgada pela Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas), 38 milhões de espécies são retiradas da natureza Brasileira anualmente. Com isso, pode-se analisar que essa problemática persiste não só pelo descaso populacional com a vida dos animais e o ecossistema, mas também a fins lucrativos pelo meio do comércio ilegal.
Primeiramente, vale ressaltar os danos causados ao ecossistema com o tráfico ilegal dos animais. Logo, pesquisas apontam que o Desequilíbrio ecológico, a biodiversidade brasileira, a extinção e a perda de herança genética são alguns dos possíveis danos causados à natureza com o comércio ilegal. Dessa forma, é evidente que além de prejudicar os animais, a natureza também é afetada, gerando até mesmo transformações sociais.
Portanto, com a extinção de algumas espécies a diminuição de certas fontes de alimento, a proliferação de pragas ou doenças e o comprometimento do ecossistema seriam consequências que o homem sofreria, principalmente pelo tráfico ilegal. É evidente a existência de pessoas que são a favor do comércio de animais por conta do alto retorno financeiro e a domesticação silvestre. Assim, com a compra garantida dos animais, o tráfico se torna cada vez maior.
Diante do exposto, conclui-se que medidas são necessárias para a solução do problema. Cabe ao governo propagar por meio da mídia as consequências causadas pelo tráfico ilegal de animais. Além da conscientização populacional na redução de compras, afinal se não houver compradores o comércio diminuirá. Com isso, o tráfico ilegal poderá diminuir e a natureza não será afetada.