O combate ao comércio ilegal de animais silvestres

Enviada em 18/09/2020

O animal Mico-Leão-Dourado entrou em extinção, uma vez que 85% dessa espécie foi morta ou vendida ilegalmente- segundo o jornal G1. Paralelamente, essa realidade se adequa a diversos outros bichos, os quais são vítimas do tráfico, que, por sua vez, tem como causa a banalização governamental e os massivos desmatamentos.

Em primeira instância, segundo o filósofo Thomas Hobbes, é dever do Estado garantir do bem-estar social, porém essa não é a realidade brasileira. Isso pode ser visto devido a inobservância estatal no que tange ao cenário da justiça precarizado no país. Tal atitude pode ser justificado uma vez que os indivíduos os quais cometem esses crimes sofrem com impunidade jurídica e exercem tal prática de forma corriqueira- como a venda desses animais no mercado negro. Como consequência disso, há a massiva perda da fauna nas florestas brasileiras.

Outrossim, deve-se ressaltar, também, que o desmatamento tem protagonismo no cenário supracitado. Sob essa perspectiva, o filme “Rio” retrata a comércio ilegal da madeira na floresta Amazônica, o qual corrobora para o tráfico das araras azuis. Tendo isso em vista, devido à massiva destruição da natureza- como a queimada no pantanal- há a perpetuação da venda ilícita desses animais corroborando, assim, para a insistência de uma realidade problemática.

Dessarte, medidas que visam solucionar o comércio ilegal de bichos silvestres são necessárias. Para tal, o Ministério do Meio ambiente, juntamente com o Ministério da Justiça, deve contratar profissionais capacitados- por meio da abertura de concurso público- com o fito de aumentar a fiscalização do tráfico desses animais, assim como a punição desses criminosos e, também, o controle de destruição da natureza. Essa proposta sugere que, a partir dessas mudanças, haja o fim desse tráfico e a mitigação desse cenário problemático, para que, então, a teoria hobbesiana seja cumprida.