O combate ao comércio ilegal de animais silvestres
Enviada em 08/10/2020
No filme de animação computadorizada Rio, a ararinha-azul, espécie predominante da região nordeste, foi vítima do tráfico de aves silvestres no Brasil. Fora das telas, o comércio ilegal de animais ainda é realidade na sociedade moderna, seja pela ausência de fiscalização adequada, seja pela contribuição da população na comercialização ilícita.
Em primeiro lugar, a ausência de fiscalização adequada é a principal causa para a eclosão desse fator. A esse respeito, o filósofo Zygmunt Bauman, na teoria Instituição Zumbi, declara que algumas entidades perderam a sua função social, mas mantiveram a sua forma. Assim, o governo se mantém inerte perante à inexistência de estrutura qualificada de proteção aos animais. Isso demonstra a necessidade de uma política pública eficiente para combater o tráfico da comunidade animália no país.
Além disso, a contribuição da população na comercialização ilícita é um fator importante a ser discutido. A exemplo disso, um estudante de medicina veterinária de Brasília apresentava, por meio de transação ilegal, animais silvestres em sua residência. Visto que os indivíduos contribuem para o comércio proibido de animal selvagem no território brasileiro. Portanto, é necessário informar aos cidadãos da importância de não obterem animais ilícitos para erradicar o contrabando.
Em síntese, é urgente que essa situação deixe de existir na contemporaneidade brasileira. Para tanto, o governo federal deve, por meio da segurança pública, ampliar as fiscalizações nos meios de transportes para conter o avanço do tráfico de animais, como também precisa, através dos meios de comunicação, informar a comunidade da ilegalidade da criação de animais selvagens para combater as fraudes persistentes no país. Dessa forma, o filme será um aprendizado para melhorar à proteção do grupo animália no Brasil.